História de Rogério Ceni:
08/10/2011 22:00Nascido no interior do Paraná, na cidade de Pato Branco, mas tendo crescido no estado de Mato Grosso, ele foi revelado como goleiro pelo Sinop Futebol Club, da cidade homônima, onde até hoje moram a maior parte de seus familiares e onde obteve seu primeiro título profissional. Com apenas 17 anos, em 1990, foi lançado pelo então técnico do Sinop, Nilo Neves, ao time profissional (neste período o garoto era o terceiro goleiro e não tinha o apoio da diretoria do clube). Foi contratado com 17 anos pelo São Paulo em 7 de setembro de 1990 ficando com o posto de quarto goleiro.
Em 1992 após a fatídica morte do goleiro Alexandre num acidente de carro, foi promovido a terceiro goleiro do time profissional, Começando a ser relacionado em algumas partidas para o banco de reservas. Em 1993 voltou para os Juniores sendo campeão como titular da Copa São Paulo. Sempre se espelhando em Zetti, o jovem batalhou muito e imediatamente subiu como reserva absoluto de Zetti. Nesse mesmo ano, aos 20 anos de idade fez sua estreia como profissional no dia 25 de junho de 1993, contra o Tenerife no Torneio Santiago de Compostela pegando um penalti na vitória do São Paulo por 4x1. Rogério Fez parte do elenco vitorioso que ganhou vários títulos, comandado por Telê Santana. Nesta fase, integrou a equipe de baixo, conhecida como "Expressinho", que conquistou o título da Copa Conmebol, em 1994. Com a saída de Zetti em 1997, assumiu a posição de goleiro titular do time. Inicialmente, era conhecido apenas como "Rogério"; passou a ser chamado também pelo sobrenome posteriormente.
Em 2001, o São Paulo recebeu um documento cujo teor era o de uma proposta oficial do clube inglês Arsenal para contratar o jogador. O documento era timbrado pela empresa Tango Sports Marketing, que pertencia ao empresário de Rogério, Oliveira Júnior. Todavia, tanto o Arsenal quanto Oliveira Júnior negaram ter feito a proposta. O presidente do São Paulo, Paulo Amaral, suspendeu Rogério Ceni por 29 dias, acusando-o de haver forjado o documento para obter aumento salarial. Por fim, Rogério entendeu-se com os dirigentes, foi reintegrado à equipe e ganhou um aumento. O caso foi referido pela jornalista,Milly Lacombe que afirmou no programa televisivo Arena Sport que Rogério havia forjado uma assinatura. O jogador processou-a por calúnia e obteve ganho de causa.
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